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Comissão aprova projeto que limita demissões sem justa causa em período eleitoral

  • Foto do escritor: Aldemar Almeida
    Aldemar Almeida
  • 23 de ago. de 2024
  • 2 min de leitura

A Câmara dos Deputados continua analisando a proposta

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Flávia Morais recomendou a aprovação do projeto, com mudanças


A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto que muda a Lei das Eleições para limitar a demissão injustificada de trabalhadores terceirados ou temporários no período eleitoral. O objetivo é evitar que empregados sejam dispensados por se negarem a votar ou fazer campanha para o empresário.


O texto aprovado proíbe a dispensa sem justa causa de mais de 5% dos trabalhadores das empresas de terceirização de mão de obra e de trabalho temporário entre os 90 dias anteriores ao primeiro turno e os 180 dias posteriores a ele ou ao segundo turno, se houver.

Se a empresa descumprir a medida, será multada. O texto deixa claro que a proibição não alcança os casos de extinção normal do contrato de trabalho por prazo determinado.


A proposta prevê ainda que as empresas que fornecem serviço temporário ou terceirizado especificamente à administração pública (incluindo de estados e municípios) pagarão indenização aos trabalhadores demitidos injustificadamente.


Mudança O Projeto de Lei 2457/19, da ex-deputada Paula Belmonte (DF), foi aprovado na forma do substitutivo da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO).

A proposta original proíbe as demissões injustificadas apenas dos trabalhadores temporários ou terceirizados de empresas contratadas por órgãos públicos. O texto da relatora estende a vedação a todas as empresas privadas. “O assédio eleitoral também ocorre na esfera privada”, argumentou Flávia Morais.


Próximos passos O projeto será analisado agora pelas comissões de Administração e Serviço Público, de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois seguirá para o Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.


Fonte: Agência Câmara de Notícias

 
 
 

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