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Deputado José Dias aborda cenário global e desafios políticos no país em sessão plenária da ALRN

  • Foto do escritor: Aldemar Almeida
    Aldemar Almeida
  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

Foto:João Gilberto

O deputado José Dias fez uma ampla análise política em sessão plenária da Assembleia Legislativa, abordando os desafios contemporâneo. O parlamentar contrastou a "aparente tranquilidade" do ambiente legislativo com um cenário global de conflitos e uma realidade nacional marcada por escândalos de corrupção e debates sobre anistia e liberdade política.

O deputado iniciou seu pronunciamento contextualizando o momento atual como um dos mais conturbados dos últimos 100 anos, citando a violência, a incompreensão e uma "guerra não declarada que opõe o mundo contra a terrível incompreensão, terrível crueldade, do terrorismo do Irã". Ele expressou lamento pela inclusão do Brasil "no rol daqueles que hoje não podem dizer que combatem o mal".


No âmbito interno, José Dias criticou a eclosão de "grandiosos movimentos de corrupção", destacando casos como o do INSS, que classificou como "além de uma corrupção gigantesca, é de uma crueldade inimaginável", e o caso Master, que, segundo ele, "envolve quase todos aqueles que são considerados importantes nesse país".


O José Dias também lamentou o veto do Presidente da República ao projeto da desoneração da folha de pagamento, afirmando que o assunto precisa ser "desengavetado". Ele traçou um paralelo com a Lei da Anistia de 1979, aprovada durante o governo de João Figueiredo. Segundo ele, "foram anistiados bandidos, ladrões, assaltantes de banco, terroristas", juntamente com "comunistas confessos" que "queriam destruir a ordem econômica, social e política do nosso país". Para o deputado, esses anistiados "hoje são quem estão querendo crucificar até pessoas que usaram batom".

Em sua fala, o membro do legislativo potiguar defendeu que "aqueles que estão presos por conta da suposta tentativa de golpe, e aqueles que estão presos pelo 8 de janeiro, não fizeram mal a ninguém". Ele argumentou que são "adversários políticos, mas não são inimigos, não mataram, não assaltaram, não foram terroristas de forma alguma".

José Dias concluiu seu pronunciamento reforçando que a "aparente tranquilidade" vivida é "irreal", pois o mundo está "absolutamente globalizado" e "conectado". Ele alertou a população a "reagir com a nossa arma, que é o nosso voto" no dia da eleição, considerando-o como o momento da "nossa escolha".



 
 
 

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