Dia de Finados propicia a refletir sobre familiares

Atualizado: há 3 horas

Por Alcimar de Almeida e Silva
Dia de Finados propicia a refletir sobre familiares e amigos que nos anteciparam em deixar esta vida e que, efetivamente, nos fazem falta como devem fazer a muitos outros.
Dentre os familiares homenageio a primeira pessoa de minha família que vi partir. Foi minha avó materna Josefina Lacava de Almeida, filha do italiano Vicente Lacava Jordão quem aportando em Jucurutu casou com Maria Amélia Batista.
Seguem-se dentre os familiares minha irmã Maria Iza Silva, quem teve morte precoce cuja causa mortis decorreu de assédio no trabalho por tratamento inadequado de seu chefe imediato. Tenho nos deixado seu filho João Paulo de Almeida, quem tem vida profissional bem sucedido nos Estados Unidos, tendo dado o nome de sua falecida mãe à sua primeira filha.
Pela ordem cronológica, nossa família perdeu a presença de profissional zeloso e de chefe de família, pai e avô dedicado do nosso cunhado Flávio Gentil de Araújo, de cujo casamento com nossa irmã Geruza estão entre nós os filhos Flávio Gentil de Araújo Filho e os gêmeos Felipe e Renata, do casamento de Flavinho e de Renata já tendo desembarcado entre nós 2 filhos do primeiro e 3 da segunda.
Ocorreram após a partida de nossa mãe Mardelice Lacava da Silva, quem conciliava com maestria a orientação dos filhos e o seu trabalho como servidora pública federal. Antecipou assim a partida de nosso pai Alcindo Arnaldo da Silva, quem além de outras qualidades fora da FEB - Força Expedicionária Brasileira, tendo lutado nos campos de Operações de Guerra na Itália, inclusive na Batalha de Monte Castelo.
Deixar de homenagear é impossível Márcia Maria Moreira, mãe dos meus filhos Alcimar, Adriana e Augusto. Por fim, dentro da família assiste provavelmente a todos nós homenagear o filho unigênito de nosso irmão Aldemar, Aldemar de Almeida Silva Filho, cujas inteligência e criatividade devem ter lhe proporcionado lugar de destaque no outro lado da vida.
Dentre os numerosos amigos, de amizade feita na vida escolar, na vida social e profissional talvez o tempo e o espaço não fossem suficientes para a elas fazer referência. Razão pela qual vou tentar sintetizá-los em José Humberto Dantas (Bel) a quem devo agradecer o empenho em me desenvolver no futebol, o que nunca consegui. Tanto é que só me escalavam para jogar porque eu era dono da bola.
Das meninas eu jamais poderia esquecer de (Maricinha) Maria Aparecida, quem viera de São José do Seridó para estudar em Caicó no Colégio Santa Terezinha, em cujo caminho ficava a nossa casa. Dedicou-me muitas das suas poesias, que - desculpe-me Maricinha - não tiveram a força de me retirar da paixão da época, conforme contei recentemente ao seu irmão Jackson.
Que a todos os mencionados ou não o desejo de estarem desfrutando de uma vida merecida, nas horas vagas cuidando de preparar o futuro domicílio que me espera e onde - quem sabe - poderemos ter oportunidade de viver uma nova vida.







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